Olá a todas. Obrigada pelo apoio... foram dias muito duros, esfrangalhei os nervos, chorei, quase desisti, mas fui uma valente e aguentei-me! Afinal eu estva no colégio militar, e tive que ser forte como na TROPA!!!!!!
Finalmente acabou o martírio e o suplicio de fazer orais com um jurí composto por 7 lindas pessoas, entre as quais o prof Cabral de Moncada, que eu nem sabia que ainda era vivo, mas que afnal de contas foi um querido para mim!
Acho que simpatizaram comigo, mas só à segunda oral, e a partir daí correu tudo lindamente! Mas na primeira, minhas amigas... espalhei-me ao comprido... foi mau!
Agora, no dia 5 vou ficar a saber se me querem na proxima fase, ou seja, se vou falar com o psicologo! As notas, só lá mais para o fim do mês!
A tua viagem parece ter sido espectacular, tartaruga!!!
E o casamento da betadina já sei que correu bem!
Simposium, força aí que as férias estão quase a chegar! Aguenta-te e mostra a essa gente como é que é! Tou contigo!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Just in case....
Para o caso de não terem reparado, é só para avisar que acrescentei nas drogas simpáticas aqui do lado mais um orgulho familiar.
Força!
Com a Betadina em ponto de caramelo, a Tartaruga ainda a suspirar pelos elefantes e comigo própria tão cansada de tanto trabalho e gente estúpida que rodeia e me surpreende diariamente ao demonstrar que afinal tem menos um neurónio do que eu pensava - nalguns casos acredito term já atingido valore negativos....., resta-me dar uma palavra à nossa Bacitracina que se bate desde hoje e até amanhã pelo seu lugar ao sol. Mereces e muito esse lugar ao sol. Por isso estamos a torcer por ti com muita força!quarta-feira, 25 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
Days 2, 3,4, 5, 6 Chiang Mai
Antes de mais, a viagem de comboio. Era suposto haver camas...o comboio partiu ás 9 da noite e apenas chegaria a Chiang Mai às 9 da manhã seguinte...mas camas nem vê-las. Um comboio ao estilo 2.ª Guerra Mundial, com bancos largos em imitação de pele num corredor estreito e cheio de «backpacks» faziam adivinhar uma noite complicada. Até que chega o camareiro. Puxa para aqui, levanta ali, prende acolá e voilá camas com direito a lençois e almofadas branquinhos e cobertores para todos. Ah e cortininhas para preservar o direito ao sono privado! A cama de baixo tinha a a vista privilegiada da janela e eu ouvi dizer que se acordasse cedo poderia apreciar a paisagem.
E eu acordei cedo, com um rouxinol Tailandês a trautear: - please come and seeeeeeeeeeee! Que depois de ver as cabecinhas de fora das cortininhas a espreitar...perguntava com um enorme sorriso: - Orange Juice???
- No thank you. We already ordered breakfast (which includes orange juice!!).
A cantilena continuou :)
A paisagem era realmente fantástica com imensos arrozais e alguns animais. A chegada a Chiang Mai não deixou nada a desejar.
Chiang Mai é limpa (tanto quanto uma cidade pode ser limpa) e acolhedora, assim como também a nobre anfitriã de nada mais nada menos que 5 Starbucks, que são como toda a gente sabe, autênticas boias de salvação para qualquer backpacker:)
O primeiro dia foi passado a tentar conhecer um pouco a cidade, ordenada à volta de uma antiga muralha e os seus templos ( lindos, lindos). Um dos templos estava em festejos, os visitantes desdobravam-se em oferendas e outros rituais como «dar banho» ao Buda e havia todo o tipo de iguarias para os mais gulosos, os que mais captaram a minha atenção foram mesmo os grilos gigantes e crocantes!!!
O segundo dia nesta cidade começou cedo, com a preparação para o trekking que iamos fazer pelas montanhas. Mas primeiro, um pequeno "elephant riding", com direito a caricias "trombais".
Cometemos o erro de não comprar no 1.º «seven eleven» que encontrámos as tão preciosas bananas para estes meninos, que não deixaram de manifestar o seu desagrado, apontando-nos as suas imponentes trombas com um poderoso poder de sucção. Lá arranjámos umas bananinhas e o resultado foi...paragem de metro a metro para receber o nosso precioso «combustivel», ou seja, sem bananinha não há passeinho!!
Cometemos o erro de não comprar no 1.º «seven eleven» que encontrámos as tão preciosas bananas para estes meninos, que não deixaram de manifestar o seu desagrado, apontando-nos as suas imponentes trombas com um poderoso poder de sucção. Lá arranjámos umas bananinhas e o resultado foi...paragem de metro a metro para receber o nosso precioso «combustivel», ou seja, sem bananinha não há passeinho!!
Depois de almoço (pela "fresquinha") começámos a nossa ascenção às montanhas do norte, onde passariamos as próximas duas noites, a dormir nas aldeias das tribos. E se a primeira tribo apesar de precária era acolhedora, a segunda, pelo contrário, era bafienta, com mosquiteiras velhas e rotas a combinar com os sacos de cama oferecidos como camas. O meu tinha um buraco no meio. Salvou-me o meu saco-cama pessoal e o do tartarugo. Tive que me enrolar para me salvaguardar da bicharada. O banho matinal foi na cascata a 1o metros da cabana.
O trekking foi excepcional. Continuo a detestar grandes subidas e o primeiro dia foi o mais exigente na minha opinião. As imagens que levo comigo ficarão seguramente guardadas na memória juntamente com os sorrisos das meninas da tribo a quem eu tinha que comprar peças artesanais para não encarar o olhar desapontado de quem não cumpriu a missão devidamente. Elas tinham jeito para o negócio :P Os bath's valem mais ali que noutro sítio qualquer da Tailândia.
O último dia de trekking, terminou com um bamboo rafting no rio e o sol juntou-se á festa, para que a banhoca soubesse a pouco!
Regressámos a Chiang Mai, jantar de convivio e mais um night bazar. Este mercado tem uma particularidade, dezenas de artistas que pintam verdadeiras obras de arte, muito superiores a quaisquer postais.
Deitar cedo. No dia seguinte mudariamos o rumo para o Sul. Ilha de Ko Samui a duas horas de voo de distância....e eu estava a ter uma ligeira = enorme reacção alérgica ás picadas de mosquitos...grrrrrrrr, resultado da última noite passada nas montanhas, porque será???
P.S: fotos só hoje á noite. Tentei editar ontem o texto e o blogger não estava operacional...as minhas desculpas
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Linda!
day 1 Bangkok
Chegar a Bankokas foi como entrar num recinto fechado com piscina aquecida. O calor húmido é produto de um poderoso efeito estufa criado pela poluição. Salvo raras excepções Bangkok é feio, sujo e cheio de condutores de taxis e tuk-tuk's prontinhos para nos enganar. Ninguém dá uma informação sem ter em vista uma comissão ou dizer que o sitio onde pretendemos ir está fechado e que só abre mais tarde para nos poder cobrar uma corrida a um qualquer sitio bem longe e a preços de turista. Visitámos o Grande Palácio e fizemos umas comprinhas no Night Bazar. No retorno ao Hotel o senhor do tuK-tuk ainda nos alicia com uma ida a um show. Ping Pong Show, banana show, espectáculos deprimentes onde meninas de 50 aninhos fazem tudo com as partes intimas, desde fumar um belo cigarro a rebentar balões. Recusámos gentilmente. Estávamos demasiado cansados. Talvez no dia seguinte, quem sabe. Felizmente no dia seguinte partiriamos no comboio nocturno para Chiang Mai no Norte da Tailândia...
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